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Mulheres policiais serão ainda mais prejudicadas com a Reforma da Previdência


Uma comitiva de dirigentes sindicais do Sindicato dos Servidores e Policiais Rodoviários Federais de Santa Catarina visitam gabinetes de deputados incessantemente tentando pressionar para que não votem a favor da Reforma da Previdência.

Esse trabalho já é feito há mais de um ano e procura alertar que a PEC 287 que trata da Reforma da Previdência, muda o tempo de contribuição dos policiais e consequentemente a idade mínima para se aposentar. Isso acarretaria num “envelhecimento” da corporação como um todo.

As policiais mulheres serão ainda mais afetadas com a 'D'eforma da Previdência, uma vez que só em 2014 as mulheres policiais garantiram a aposentadoria especial. Pela lei, hoje, mulheres policiais têm direito a aposentadoria especial: elas podem se aposentar com 25 anos de contribuição, desde que comprove 15 anos de exercício em cargo de natureza estritamente policial.

Depois de 26 anos lutando pela aposentadoria especial as mulheres policiais, veem em menos de três anos a lei ser extinta pela Reforma da Previdência do Governo Temer.
Elas terão que trabalhar 49 anos em uma profissão que não permite isso.

Com o slogan "o policial envelhece, o crime não", o SINPRF/SC tenta mostra não só aos deputados, mas também a sociedade que num país onde não tem políticas de segurança pública, qualquer retirada de direitos já garantidos será um retrocesso não só para as corporações, mas para todo a sociedade.

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Foto: SINPRF/SC
Legenda: Os dirigentes do SINPRF/SC juntamente com a deputada Geovania Sá que já se mostrou contrária a Reforma da Previdência


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